Quarta-feira, 13 de Março de 2013

"menina de 3 anos é encontrada longe de casa pelo cão"

"Uma criança da Polónia, chamada Julia, esteve perdida durante toda a noite de sexta-feira, tendo sido mais tarde encontrada pelo seu cão.

A menina foi encontrada deitada num pântano a vários quilómetros de casa, ontem de manhã, junto do seu cão. Os bombeiros dizem que o cão pode ter salvo a vida da criança, protegendo-a, com o seu pêlo, das temperaturas congelantes.

A criança foi levada para um hospital da Polónia, com pequenas queimaduras originadas pela temperatura negativa. O Bombeiro Grzegorz Szymanski disse, à BBC, que o cão manteve a criança quente, de forma a que esta conseguisse sobreviver durante a noite: "O animal esteve com esta menina e nunca a deixou. É importante lembrar que estavam 5 graus abaixo de zero e que a criança estava molhada".
Mais de 200 pessoas procuraram a criança durante toda a noite, mas foi o cão da menina que a descobriu. Acredita-se que a criança tenha passado horas a caminhar na floresta,perto de sua casa, na aldeia de Pierzwin." 

fonte: DN online



publicado por Sítio dos Cães às 23:08
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Quarta-feira, 6 de Março de 2013

cão à deriva no mar em bloco de gelo salvo por pescadores


Russian Fishermen Rescue Stranded Dog por Jokeroo
publicado por Sítio dos Cães às 13:43
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013

relações

 

 

"Puka

Quando morre um cão, há uma tristeza específica. É fina e espeta-se no pensamento. Aleija só de imaginar. Deriva da pena de não termos sido capazes de estar à altura da pureza, da generosidade absoluta


Está deitada ao meu lado, a ressonar. Acredito que o som dos meus dedos no teclado do computador também a tranquiliza: o ritmo certo/incerto destas palavras: letras-letras-letras espaço letras-letras-letras espaço. Se assim for, se a minha escrita contribuir para a paz do seu sono, está apenas a devolver-lhe aquilo que também recebe deste corpo encostado a mim, a respirar profundamente, como se essa fosse a sua resposta ao tempo.

Quando lhe pouso a mão em cima, deixa-me fazer tudo. Não se incomoda. Essa é a forma que tem de mostrar a sua confiança ilimitada. Não acorda, como se escolhesse não acordar. Oferece o corpo às minhas festas e, se a aperto com um pouco de mais força, deixa escapar um som de prazer preguiçoso, arrastado, nasce-lhe na garganta.

Noutras horas, quando sente um barulho mínimo nas escadas, começa por rosnar e, se o barulho continua, quer ladrar contra a porta fechada. É preciso chamá-la e convencê-la a pensar noutro assunto. Agora, esses episódios parecem histórias inventadas. Neste momento, abrir os olhos e voltar a fechá-los logo a seguir é o máximo de incómodo que aceita. Está tão calma, tem tanto vagar. Às vezes, debaixo das minhas festas, espreguiça-se longamente. Depois, perde a força nos músculos e afunda-se ainda mais no sono.

Eu já estava aqui sentado, a escrever, quando ela chegou muito direita. Caminhou na minha direção sem hesitar, com as patinhas a riscarem um som leve. Numa agilidade súbita, deu um pequeno salto e ficou ao meu lado. Então, encostou-se à minha perna, formámos uma pequena união de calor, e adormeceu.

Foi também assim que chegou à minha vida. Eu não esperava nada, não procurava nada, ela chegou e, sem forçar, conquistou-me inteiro com a sua presença. Quando lhe faço festas na cabeça, os seus olhos descobrem-se entre o pêlo. Há uma certa tristeza nesse olhar antigo, como se carregasse restos de uma mágoa. Compreendo-a e, às vezes, chego a acreditar que também ela me compreende a mim, também ela é capaz de distinguir essa mesma idade no meu olhar, esse silêncio. Encontrámo-nos aqui, mas viemos de lugares distantes.

Durante o dia, passeia sossegada pela casa. Só ela sabe onde vai. Com frequência, escolhe um quadrado de sol no chão e deixa cair as orelhas. Nessas ocasiões, está preparada para qualquer surpresa.

De todas as palavras que existem no mundo, há duas que a enchem de eletricidade: "rua" e "bola". Rejuvenesce com cada uma delas, enlouquece. Na rua, muito interessada, como se estivesse a tomar conhecimento das últimas notícias, vai sempre cheirar os mesmo cantos. Fingindo não fazer caso, partilhamos o pudor do momento em que baixa as duas patinhas de trás e, depois, se afasta de uma pequena poça de chichi. Com a bola, dá saltos no ar, apoia-se em duas patas, chega a ficar assim alguns segundos, como no circo, e parece cega quando corre para apanhá-la. Vai buscá-la onde for preciso.

Quando eu andava na escola primária, numa visita de estudo ao Jardim Zoológico de Lisboa, admirei-me com o cemitério dos animais de estimação. Estava habituado a cães que mal tinham nome, que eram levados numa saca e enterrados no campo. Durante anos, habituávamo-nos a ver um cão quando passávamos numa certa rua, depois, um dia, deixávamos de vê-lo. Era assim.

Hoje, com esta cadelinha, sinto-me como aquele velho mal-humorado, a queixar-se de tudo, a culpar sempre os outros, mas que se derrete com os netos, lhes permite tudo, e quase parece outra pessoa. Talvez por isso, sou agora capaz de compreender que, quando morre um cão, há uma tristeza específica. É fina e espeta-se no pensamento. Aleija só de imaginar. Deriva da pena de não termos sido capazes de estar à altura da pureza, da generosidade absoluta.

Aqui, o tempo desta sala continua à mesma cadência, letras-letras-letras espaço letras-letras-letras espaço. Às vezes, ela estremece de repente. O arco da respiração perturba-se. Está talvez a sonhar. Aperto-a de encontro a mim. Nada te pode fazer mal, pequenina. Eu protejo-te com a mesma dedicação com que me proteges. Esta companhia que partilhamos é eterna."
José Luís Peixoto
Fonte: visão online, aqui
publicado por Sítio dos Cães às 12:16
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012

cães e pessoas

 

 

"Tragédia de Newtown: Golden Retrievers confortam e dão amor à população

 

Tragédia de Newtown: Golden Retrievers confortam e dão amor à população 

 

A associação Comfort Dog Ministry, de Chicago, enviou para a cidade de Newtown, nos Estados Unidos, alguns dos seus cães golden retrievers, treinados para confortar as populações depois de situações de tragédia, como a que ocorreu na semana passada na escola primária Sandy Hook.

O Mashable diz que os golden retrievers – Abbi, Barnabas, Chewie, Hannah, Luther, Prince e Ruthie – começaram a ser treinados em 2008, depois de um massacre na Universidade de Northern Illinois ter morto cinco pessoas.

Hoje, quatro anos depois, há já 60 cães treinados, sobretudo golden retrievers e labradores. A Comfort Dog Ministry envia-os para locais onde tenham ocorrido tragédias como a de sexta-feira passada, para ajudarem os sobreviventes, familiares e restante população a seguirem com a sua vida.

Em Newtown, os golden retrievers têm passado muito tempo com os alunos da escola Sandy Hook. Estes cães são também enviados para locais onde ocorrem desastres naturais, para hospitais e centros médicos.

Ah, e cada cão tem um cartão ao peito como nome, página de Facebook, conta no Twitter e e-mail, para poderem continuar em contacto depois de se terem ido embora de uma determinada comunidade.

Os animais são fantásticos, não são?"

 

Fonte: Greensavers

publicado por Sítio dos Cães às 22:27
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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2012

estudo

 

 

"Gable, o cão que conhece mais de mil palavras

Para um cão, qual é a diferença entre pedir para ir buscar uma bola ou um cubo? A resposta é: quase nenhuma, desde que ambos tenham o mesmo tamanho e a mesma textura.

 

 

 

Gable e os seus brinquedos DR

 

 

Para entendermos como é que os cães identificam os objectos, precisamos da ajuda de Gable. Este cão de cinco anos reconhece a maioria dos seus brinquedos pelo nome e tem grande facilidade em aprender palavras novas. Talvez por pertencer a uma raça considerada inteligente, este border collie ajudou a perceber como é que os cães relacionam as palavras com os objectos e mostrou que a sua forma pouco importa.

Em 2010, Rico, outro cão da mesma raça, também foi notícia por ser inteligente. Tinha nove anos e mostrou, num jogo de procura de objectos, que conseguia identificar 200 palavras. Nessa altura, os cientistas acreditaram que o mecanismo de aprendizagem das palavras era semelhante ao utilizado pelas crianças para aprenderem – ou seja, reconheciam os objectos pela sua forma. Agora, o estudo feito com o Gable contrariou esses resultados. Humanos e cães, diz a equipa de Emile van der Zee, da Universidade de Lincoln, no Reino Unido, aprendem de maneira diferente.

Gable conhece mais de mil objectos pelo nome, mais ou menos o mesmo número que uma criança pequena e, tal como elas, tem a capacidade de associar palavras a categorias de objectos. Esta estranha facilidade do cão levou o grupo de Emile van der Zee a testar a suas capacidades.

Para isso, os cientistas usaram um jogo já conhecido pelo cão, em que ele tinha de identificar um objecto através do nome e depositá-lo num contentor. O jogo foi dividido em partes e, em cada uma delas, ele tinha de identificar, entre dez objectos, aquele que era o certo. Para superar as provas, o cão teria de distinguir os objectos pela forma, textura e pelo tamanho. O objectivo do estudo era verificar se os cães e os homens partilham a mesma capacidade linguística e, com isso, perceber o processo evolutivo da linguagem humana e as suas diferenças em relação a outras espécies. 

Os resultados do estudo e do jogo, publicados na revista PLOS ONE, mostram que Gable identifica perfeitamente os objectos que já conhece, mas em relação a objectos novos o caso é um pouco diferente. Quando teve de procurar um objecto desconhecido, na dúvida, escolheu primeiro um do mesmo tamanho, depois, noutro exercício, apanhou um com a mesma textura. Aparentemente, para ele, a forma do objecto pouco importa e, por isso, não a usa para identificar o objecto certo.

As crianças, ao contrário dos cães, primeiro fazem a identificação com base na forma e só depois no tamanho, na cor ou no material. Por exemplo, uma criança, antes de qualquer outra classificação, inclui as bolas de pingue-pongue, as bolas de ténis e as bolas de futebol numa única categoria: bolas. Só depois aprendem a fazer a distinção pelo tamanho e, mais tarde, pela textura.

As diferenças na forma como os cães e os humanos identificam os objectos levaram os cientistas a concluir que a maneira como as duas espécies armazenam no cérebro sons com significado é bastante diferente, tanto na maneira como esse mapa é construído como utilizado.

“O sistema visual humano identifica a forma dos objectos para fazer o seu reconhecimento. Nas nossas experiências, impedimos que o Gable pudesse usar o faro [para reconhecer os objectos]. Isto mostra que o seu sistema visual e o sistema sensorial da boca não estão centrados na forma dos objectos, mas sim no tamanho e na textura”, explica Emile van der Zee, citada num comunicado da sua universidade.

Mais estudos poderão ajudar a deslindar o processo de reconhecimento das palavras em diferentes espécies. “Só comparando outras espécies com os humanos poderemos ficar a conhecer mais sobre as origens neurológicas e genéticas do reconhecimento das palavras”, conclui a investigadora. Para já, informação de que os cães não reconhecem inicialmente as formas pode ser útil para desenvolver novos programas de treino de cães ou para melhorar os já existentes."
 
 

Fonte: Publico online

publicado por Sítio dos Cães às 11:29
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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012

salva vidas

"EUA: Cão salva a vida a bebé de nove semanas 

 EUA: Cão salva a vida a bebé de nove semanas

Como agregador de sustentabilidade, o Green Savers fala de vários temas que estão ligados, ainda de que forma ténue, ao desenvolvimento sustentável, inclusão e biodiversidade. Na verdade, e em último caso, todos os temas nos interessam, sejam tendências, notícias do dia, descobertas ou até histórias que nos emocionam.

É o caso desta, que nos dá conta de um cão, nos Estados Unidos, que ajudou a salvar a vida de uma bebé de nove semanas. Sim, leu bem. Segundo a imprensa norte-americana, o animal apercebeu-se de que a menina não estava a respirar e alertou os donos, que assim conseguiram pedir apoio médico atempadamente.

Tudo aconteceu no domingo, quando Duke, adoptado pela família há seis anos, depois de ter sido entregue a um abrigo para animais, saltou para a cama do casal Brousseau em grande agitação, de forma a tentar acordá-los.

“Ele é extremamente obediente, portanto a situação foi muito anormal”. revelou Jenna Brousseau, mãe da pequena Harper, acrescentando que o cão nunca se tinha comportado assim e que de imediato perceberam que algo se passava. Quando chegaram ao quarto da filha, notaram que esta não estava a respirar.

“O meu marido ligou para o número de emergência e a ambulância chegou a tempo. Tudo graças ao Duke, que nos alertou”, salientou a progenitora, revelando que a menina foi reanimada pelos paramédicos e depois transportada para o hospital.

Graças ao alerta dado por Duke, foi possível evitar o pior. “Ele é o cão perfeito. Foi feito para nós”, concluiu a mãe da criança. O melhor amigo do homem, dizemos nós."

 

fonte: greensavers  

 

pode ler a notícia original, com vídeo, aqui

publicado por Sítio dos Cães às 10:06
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Sábado, 23 de Junho de 2012

sepultura ce cão mais antiga da Europa

 

"Datações por radiocarbono confirmaram agora que a sepultura de cão mais antiga do Sul da Europa foi encontrada em Portugal e que tinha 7600 anos. Foi descoberta em Junho do ano passado, por uma equipa luso-espanhola, num amontoado de conchas que os caçadores-recolectores deixaram nas margens do Sado, na zona de Alcácer do Sal.

 

 

O cão foi sepultado nos amontoados de conchas deixados pelos caçadores-recolectores
 
 
Agora não só as datações feitas com amostras das costelas, na Universidade de Oxford, no Reino Unido, determinaram a idade do esqueleto do cão, como as análises realizadas permitiram concluir que a dieta do animal incluía 25% de proteínas de origem marinha — o que provavelmente reflecte a alimentação dos seus donos, refere um comunicado da Universidade de Lisboa.

Dirigida por Mariana Diniz, do Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa, e Pablo Arias, da Universidade de Cantábria, a escavação resulta do projecto Sado-Meso, que se centra nos concheiros naquele estuário. Estes amontoados de conchas, deixados pelos últimos caçadores-recolectores, no Mesolítico, são restos da alimentação que retiravam do Sado.

Ora foi precisamente num desses concheiros, o de Poças de São Bento, que a equipa descobriu a sepultura do cão. Existe um cão mais antigo do que este: encontrado nos concheiros de Muge, no concelho de Salvaterra de Magos, e exposto no Museu Geológico em Lisboa, a datação por radiocarbono conclui que tinha 8000 anos. A diferença é que o cão do Sado foi descoberto claramente numa sepultura, que foi documentada numa escavação, enquanto para o cão de Muge, encontrado no século XIX, já não pode dizer-se o mesmo, pois não existe esse registo.

“A datação confirma que os caçadores-recolectores mesolíticos da Península Ibérica praticavam a inumação de cães em necrópoles, uma prática conhecida no Norte da Europa, mas que até agora não estava documentada, durante trabalhos de escavação, no Sul do continente”, refere o comunicado sobre o cão do Sado. “O caso de Poças de São Bento é também interessante porque está cronologicamente próximo da chegada da agricultura a esta zona da Península Ibérica.”

Levado num bloco parcialmente por escavar para o Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, o cão do Sado está agora dentro de uma caixa. Até ao final do ano, deverá ser organizada uma conferência científica e uma exposição sobre este companheiro dos humanos."

 

 

Fonte: Publico online

publicado por Sítio dos Cães às 14:32
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Sexta-feira, 22 de Junho de 2012

não esquecer

(imagem retirada da internet)

publicado por Sítio dos Cães às 10:51
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

entreajuda



publicado por Sítio dos Cães às 00:11
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Quarta-feira, 7 de Março de 2012

"just do it"

 

 

 

ao ver este vídeo apetece mesmo referenciar o slogan de uma marca conhecida que reproduzimos no título.

os primeiros minutos são uma pequena explicação, mas os seguintes valem bem a pena!

 

 

 




publicado por Sítio dos Cães às 11:57
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